Veja como preparar o pet, escolher a contenção adequada e organizar pausas para uma viagem de carro mais segura e confortável.
O pet não deve viajar solto
Mesmo em um deslocamento curto, o animal solto pode distrair quem dirige e se machucar em uma freada. O Código de Trânsito Brasileiro proíbe transportar animais nas partes externas do veículo e também à esquerda, entre os braços ou entre as pernas do condutor.
A opção deve ser compatível com o porte e o comportamento do animal: caixa de transporte devidamente presa, cadeirinha apropriada ou cinto específico conectado a um peitoral. Não conecte a retenção apenas à coleira do pescoço.
Prepare o animal antes da viagem
- Faça trajetos curtos para o pet se acostumar ao carro e ao equipamento.
- Confira ventilação, espaço e estabilidade da caixa, cadeirinha ou peitoral.
- Mantenha identificação e guia ao alcance antes de abrir qualquer porta.
- Em viagens longas, animais idosos, filhotes ou com problemas de saúde devem ser avaliados por um médico-veterinário.
Durante o trajeto
Faça pausas regulares em local seguro, sempre recolocando a guia antes de retirar o animal do veículo. Ofereça água fresca e observe sinais de enjoo, estresse ou cansaço. Nunca deixe o pet sozinho dentro do carro, mesmo à sombra ou com uma pequena abertura no vidro.
A cabeça para fora da janela parece divertida, mas expõe o animal a impactos, poeira, detritos e risco de queda. O lugar mais seguro é contido no banco traseiro ou em área apropriada do veículo.
Fontes consultadas
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui orientação médico-veterinária individualizada.
